MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA A PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES PELO NOVO CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2)

A Prolar disponibiliza seu manual de orientações

Introdução

Tendo em vista a vulnerabilidade de nossos clientes, principalmente pela faixa etária destes, o que acarreta comorbidades e diminuição de sua imunidade, com níveis variados de dependência e necessidades mais complexas. Com a intensa expansão mundial da COVID-19, doença que tem como população mais frágil justamente nosso público, ou seja, pessoas com idade superior a 60 anos; apresentamos aqui uma reflexão e reorganização de nossos serviços, protocolos e rotinas.

Neste Manual, conforme Nota Técnica 05/2020 da Anvisa, serão abordadas orientações mínimas quanto às medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos residentes, e colaboradores da PROLAR SAÚDE, principalmente com relação aos casos suspeitos ou com diagnóstico confirmado de COVID-19, segundo as orientações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros órgãos. No entanto, ressaltamos que este é um documento que pode ser alterado a qualquer momento, conforme novas informações estiverem disponíveis, já que se trata de um microrganismo novo no mundo e, portanto, com poucas evidências sobre ele.

Em primeira mão, gostaríamos de ressaltar os sinais e sintomas para os quais devemos ficar sempre atentos:

OS SINAIS E SINTOMAS GERALMENTE APRESENTADOS NA DOENÇA COVID-19 SÃO OS SEGUINTES:

  • Sintomas gastrointestinais, como diarreia.
  • Dor de cabeça, dor muscular e fadiga;
  • Tosse;
  • Sintomas respiratórios superiores;
  • Alterações no olfato (diminuição na capacidade de sentir cheiro).
  • Febre (≥37,8ºC)*;
  • Dificuldade para respirar;

OBS 1: A Febre pode não estar presente em alguns casos excepcionais, como crianças, idosos, imunossuprimidos ou pessoas que utilizaram antitérmicos, portanto, a avaliação clínica e epidemiológica deve ser levada em consideração.

OBS 2: Também pode ocorrer pessoas que não apresentem todos os sintomas, apenas 3 ou 4 e isso já são sinais de alerta, para que fiquemos prestando atenção e que a qualquer piora procuremos atendimento médico

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA IMPEDIR A DISSEMINAÇÃO DO VÍRUS

Segundo a Norma da 05/2020 da ANVISA e conforme as informações atuais disponíveis, sugere-se que a transmissão pessoa a pessoa do novo coronavírus (SARS-CoV2) ocorre por meio de gotículas respiratórias, que são expelidas durante a fala, tosse ou espirro e por contato com as superfícies contaminadas por essas gotículas. Qualquer idoso que tenha contato próximo (menos de 1 metro) com uma pessoa infectada com o novo coronavírus (estando com sintomas ou não) está em risco de ser também infectado e apresentar um quadro grave de infecção pelo vírus, já que é comum que os idosos tenham doenças crônicas (diabetes, problemas cardíacos e pulmonares, etc).

Portanto, para prevenção e controle da disseminação do vírus SARS-CoV-2 entre os idosos, devemos adotar, minimamente, as seguintes medidas:

1. REALIZAR A AVALIAÇÃO/MONITORAMENTO PERIÓDICO DE TODOS OS RESIDENTES

  • Monitorar diariamente os residentes, conforme rotina que já mantemos, quanto a febre, sintomas e sintomas.
  • Avaliar os sintomas de infecção respiratória dos residentes no momento da admissão ou retorno ao estabelecimento e implementar as práticas de prevenção de infecções apropriadas para os residentes que chegarem sintomáticos.

2. HIGIENE DA MÃOS

  • Orientar e estimular os residentes e profissionais a realizar a higiene das mãos com água e sabão ou sabonete líquido OU álcool gel a 70%, frequentemente.
  • Disponibilizar álcool gel a 70% para a higiene das mãos nos corredores, nas recepções, nas salas de estar, nas áreas de lazer, nos consultórios, nos refeitórios, banheiros e em outras áreas comuns da PROLAR SAÚDE.
  • Prover condições para higiene das mãos com água e sabonete líquido: lavatório/pia com dispensador de sabonete líquido, álcool gel, suporte para papel toalha, papel toalha, lixeira com tampa e/ou abertura sem contato manual.
  • Auxiliar os idosos que não conseguem higienizar as mãos e aos que não for possível a higienização com água e sabão, podemos aplicar álcool gel ou ainda álcool líquido pelo menos 3 vezes ao dia (antes do café, antes do almoço e antes da janta.

3. ORIENTAR A ETIQUETA DA TOSSE E A HIGIENE RESPIRATÓRIA

  • Orientar os residentes, os profissionais e os visitantes a adotarem a etiqueta da tosse e a higiene respiratória:
    • Se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou papel toalha.
    • Utilizar lenço descartável e ou papel toalha para higiene nasal (descartar imediatamente após o uso e realizar a higiene das mãos).
  • Prover lenço descartável ou papel toalha para higiene nasal dos residentes.
  • Prover lixeira com tampa e/ou abertura sem contato manual para o descarte de lenços.
  • Orientar os funcionários a ajudarem os idosos com dificuldade de aplicarem as orientações.
  • Afixar cartazes com instruções sobre higiene das mãos, higiene respiratória e etiqueta da tosse nos acessos e em locais estratégicos da instituição.

4. LIMPEZA E DESINFECÇÃO DAS SUPERFÍCIES, DOS UTENSÍLIOS E PRODUTOS UTILIZADOS PELOS RESIDENTES

  • Garantir a limpeza correta e frequente, diariamente e sempre que necessário, das superfícies das áreas comuns, dos dormitórios e de outros ambientes utilizados pelos residentes.
  • No caso de a superfície apresentar matéria orgânica visível, deve-se inicialmente proceder à retirada do excesso da sujidade com papel ou tecido absorvente e posteriormente realizar a limpeza e desinfecção desta área.
  • Realizar a limpeza e desinfecção com algodão embebido em álcool de equipamentos (estetoscópios, esfigmomanômetros, termômetros, etc.), produtos para saúde e utensílios (exemplos: pratos, copos, talheres, etc.) que tenham sido utilizados pelos residentes.

5. VISITAS

  • Reduziremos ao máximo o número de visitantes, assim como a frequência e a duração da visita.
  • Fica estabelecido que se houver necessidade, organizaremos um cronograma de visitas para evitar a aglomerações durante as visitas aos residentes.
  • Questionar aos visitantes na chegada da instituição sobre sintomas de infecção respiratória (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas do nariz, entre outros) e sobre contato prévio com pessoas com suspeita ou diagnóstico de COVID-19.
  • Não permitir a visita de pessoas que apresentem qualquer sintoma respiratório ou que tiveram contato prévio com pessoas com suspeita ou diagnóstico de COVID-19.
  • Contraindicar a visita de crianças, pois são possíveis portadores assintomáticos do novo Corona Vírus.
  • Orientar aos visitantes para realizar a higiene das mãos com água e sabonete líquido OU álcool gel a 70%, OU álcool líquido, no momento da entrada no ambiente da PROLAR SAÚDE, ou seja, na pia do primeiro banheiro, que fica no andar térreo à direita.

6. ÁREAS COMUNS

  • Devemos evitar aglomerações, garantindo a distância mínima de 1 metro entre eles. Se for preciso, estabelecer escalas para a saída dos idosos dos quartos para locomoção em áreas comuns, banhos de sol, etc.
  • Todos os colaboradores deverão trocar de roupa, realizar a antissepsia das mãos com água e sabão e aplicação de álcool gel no momento da entrada na PROLAR SAÚDE, ou seja, na pia do primeiro banheiro, que fica no andar térreo à direita.
  • Todos os colaboradores deverão utilizar durante todo o tempo de atendimento aos pacientes máscara cirúrgica, com os devidos cuidados de colocação e retirada bem como a higienização e troca destas.
  • Servir as refeições, observando a distância mínima de 1 metro entre elas, e proporcionar o intervalo de tempo adequado para a limpeza e desinfecção dos ambientes de refeição e convivência.

7. RESIDENTES COM QUADRO SUSPEITO OU COM DIAGNÓSTICO DE COVID-19

  • Todo paciente que apresentar quadro de infecção respiratória, deverá ser direcionado imediatamente para leito de isolamento (privativo).
  • Adotar Precauções Padrão* + precauções para gotículas + precauções de contato no cuidado/atendimento a todos os residentes suspeitos ou com diagnóstico de COVID-19. Nesse caso, todos os cuidadores/profissionais que entrarem em contato ou prestarem cuidado aos residentes devem utilizar os seguintes Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
    • óculos de proteção ou protetor facial;
    • máscara cirúrgica (comum);
    • avental;
    • protetor impermeável;
    • luvas de procedimentos não estéril.
  • No caso da realização de procedimentos que gerem aerossóis (partículas contaminantes menores e mais leves que as gotículas), também deverão ser adotadas as precauções para aerossóis. Portanto, os profissionais devem utilizar máscara N95, ou equivalente, durante a realização de procedimentos como: indução de tosse, aspiração traqueal, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, indução de escarro.
  • Os profissionais da limpeza devem utilizar os seguintes EPI’s durante a limpeza dos ambientes:
    • gorro
    • óculos de proteção ou protetor facial;
    • máscara cirúrgica (comum);
    • avental;
    • luvas de borracha de cano longo;
    • botas impermeáveis.
  • Os idosos com sintomas de infecção respiratória devem utilizar máscaras cirúrgicas (comuns), sempre que estiverem fora dos quartos e devem realizar essas atividades em horários diferentes dos outros idosos, quando possível.
  • Servir as refeições, de preferência, nos quartos dos residentes ou escalonar o horário das refeições de forma que uma equipe possa gerenciar a quantidade de pessoas (mantendo a distância mínima de 1 metro entre elas), e para proporcionar o intervalo de tempo adequado para a limpeza e desinfecção do ambiente.
  • Disponibilizar, próximo a entrada das áreas dos residentes, um local para guarda e colocação dos EPIs.
  • Posicionar uma lixeira perto da saída do quarto dos residentes para facilitar o descarte de EPI’s pelos profissionais.
  • Identificar na porta do quarto do residente os tipos de EPI’s que são necessários.
  • Manter os residentes com febre ou sintomas respiratórios agudos em seus quartos. Caso precisem sair do quarto para procedimentos médicos ou outras atividades, devem ser orientados a sempre utilizarem uma máscara cirúrgica (comum).
  • O ideal é manter os residentes em quartos individuais. Caso não seja possível, os residentes com sintomas de infecção respiratória, devem ser mantidos em um mesmo quarto ou em áreas próximas.
  • Atentar para as comorbidades que contraindicam o isolamento do paciente em quarto (doenças cardíacas crônicas descompensadas, doenças respiratórias crônicas descompensadas, doenças renais crônicas descompensadas, imunossupressores, portadores de doenças cromossômicas com estados de fragilidade imunológica). Esses casos, devem ser monitorados de perto pelos profissionais do serviço, durante as 24 horas, mantendo-se o devido cuidado com o uso dos EPI e a distância de mais de 1 metro entre os residentes.
  • Realizar limpeza e desinfecção de todos os equipamentos, produtos para saúde e os utensílios utilizados.
  • Sempre que possível providenciar produtos e materiais de uso exclusivo, como termômetros, aparelhos de pressão, etc. Materiais de uso coletivo, devem ser submetidos a limpeza e desinfecção após o uso.
  • Residentes com suspeita ou diagnóstico confirmado de COVID-19 devem ser idealmente alojados em quartos individuais bem ventilados, com banheiro em anexo (pois há a possibilidade de eliminação do vírus pelas fezes e alguns pacientes tem apresentado quadros diarreicos) ou pelo menos deixar 1 banheiro específico para os pacientes que apresentarem suspeita ou diagnóstico de COVID-19
  • Se possível, os EPI só devem ser utilizados enquanto os profissionais estiverem no atendimento direto aos pacientes com quadro suspeitos ou confirmados.
  • As roupas, incluindo lençóis, toalhas e cobertores, de residentes com quadro suspeito ou confirmado de COVID-19 devem ser lavadas separadamente das roupas dos demais residentes. Deve ser utilizado sabão/detergente para lavagem e algum saneante com ação desinfetante como por exemplo, produtos à base de cloro. Devem ser seguidas as orientações de uso dos fabricantes dos saneantes. Na retirada da roupa suja deve haver o mínimo de agitação e manuseio. As roupas devem ser retiradas do quarto do residente e encaminhadas diretamente para a máquina de lavar, dentro de saco plástico. Os profissionais devem usar EPI para esse procedimento.
  • Se houver necessidade de encaminhamento do residente com suspeita de COVID- 19, para um serviço de saúde devemos notificar previamente ao serviço.

8. COMO PROCEDER AO RECEBERMOS PACIENTE NOVO:

  • Deverá ser mantido em quarto Privativo durante pelo menos 14 dias.
  • Todo e qualquer procedimento deverá ser realizado como provável infectado.
  • As medidas de proteção e cuidados foram descritas no item 7.

9. PROFISSIONAIS/CUIDADORES

  • Se houver necessidade de encaminhamento do residente com suspeita de COVID- 19, para um serviço de saúde, deverá ser notificado previamente ao serviço.
  • Informar sempre que apresentar sinais e sintomas de infecções respiratórias ou que tenha contato com alguém sabidamente contaminado.
  • Os funcionários deverão realizar correta e frequente a higiene das mãos com água e sabonete líquido OU álcool gel a 70% OU Álcool líquido a 70%, de acordo com as recomendações da Anvisa, e demonstrado nos cartazes afixados em diversos ambientes da PROLAR SAÚDE
  • Todos colaboradores deverão seguir as orientações sobre a COVID-19, efetuadas a partir de conversas, mensagens e cartazes.
  • Foram restritas as visitas de familiares, amigos e de profissionais que prestam serviços periódicos e voluntários, como, por exemplo, cabeleireiros, podólogas, grupos religiosos, etc., exceto em caso de extrema necessidade.

10. OUTRAS ORIENTAÇÕES

  • Serão suspensas todas as atividades coletivas e festividades.
  • Orientar os residentes sobre a COVID-19 e reforçar as medidas de prevenção da doença.
  • Os colaboradores serão orientados a continuar não compartilhando cortadores de unha, alicates de cutícula, aparelhos de barbear, pratos, copos, talheres, toalhas, roupas de cama, canetas, celulares, teclados, mouses, pentes ou escovas de cabelo, etc. Caso haja a necessidade, deverá ser realizada a assepsia com álcool previamente.
  • Todos os ambientes devem ser mantidos ventilados, incluindo os quartos dos residentes.
  • Os residentes, profissionais e cuidadores devem evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.
  • Os visitantes devem informar à PROLAR SAÚDE, caso sejam classificados como suspeitos ou confirmados de apresentarem a COVID-19, ou seja, caso desenvolvam sintomas após terem realizado visita para os residentes.
  • Travesseiros e cobertores dos residentes devem ser mantidos em cima das próprias camas ou em armário individual.

11. TRATAMENTO DE RESÍDUOS

  • Os resíduos provenientes dos cuidados com residentes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) devem ser separados e acondicionados em sacos e identificados como ¨MATERIAL CONTAMINADO¨ antes de ser encaminhados à lavanderia ou coleta de lixo especial.

12. VACINAÇÃO

  • Todos os residentes foram vacinados, os colaboradores que não estavam de plantão no dia da vacinação, foram orientados a procurar pontos de vacinação se identificando como profissionais da área da saúde.

13. LUVAS

As luvas de procedimentos não cirúrgicos devem ser utilizadas, no contexto da epidemia da COVID-19, em qualquer contato com o paciente ou seu entorno (Precaução de Contato). Quando o procedimento a ser realizado no paciente exigir técnica asséptica, devem ser utilizadas luvas estéreis (de procedimento cirúrgico).

As recomendações quanto ao uso de luvas por profissionais de saúde são:

  • As luvas devem ser colocadas antes da entrada no quarto do paciente ou área em que o paciente está isolado.
  • As luvas devem ser removidas de dentro do quarto ou área de isolamento e descartadas como resíduo infectante.
  • Jamais sair do quarto ou área de isolamento com as luvas.
  • Nunca toque desnecessariamente superfícies e materiais (tais como telefones, maçanetas, portas) quando estiver com luvas.
  • Não lavar ou usar novamente o mesmo par de luvas.
  • O uso de luvas não substitui a higiene das mãos.
  • Não devem ser utilizadas duas luvas para o atendimento dos pacientes, esta ação não garante mais segurança à assistência.
  • Proceder à higiene das mãos imediatamente após a retirada das luvas.
  • Observe a técnica correta de remoção de luvas para evitar a contaminação das mãos:
  • Retire as luvas puxando a primeira pelo lado externo do punho com os dedos da mão oposta.
  • Segure a luva removida com a outra mão enluvada.
  • Toque a parte interna do punho da mão enluvada com o dedo indicador oposto (sem luvas) e retire a outra luva.

14. PROTETOR OCULAR OU PROTETOR DE FACE (FACE SHIELD)

  • Os óculos de proteção ou protetores faciais (que cubra a frente e os lados do rosto) devem ser utilizados quando houver risco de exposição do profissional a respingos de sangue, secreções corporais e excreções.
  • Os óculos de proteção ou protetores faciais devem ser exclusivos de cada profissional responsável pela assistência, devendo após o uso sofrer limpeza e posterior desinfecção com álcool líquido a 70%, hipoclorito de sódio ou outro desinfetante recomendado pelo fabricante.
  • Caso o protetor facial tenha sujidade visível, deve ser lavado com água e sabão/detergente e só depois dessa limpeza, passar pelo processo de desinfecção.

15. CAPOTE/AVENTAL

  • O capote ou avental (gramatura mínima de 30g/m2) deve ser utilizado para evitar a contaminação da pele e roupa do profissional. O profissional deve avaliar a necessidade do uso de capote ou avental impermeável (estrutura impermeável e gramatura mínima de 50 g/m2) a depender do quadro clínico do paciente (vômitos, diarreia, hipersecreção orotraqueal, sangramento, etc.).
  • O capote ou avental deve ser de mangas longas, punho de malha ou elástico e abertura posterior. Além disso, deve ser confeccionado de material de boa qualidade, atóxico, hidro/hemorrepelente, hipoalérgico, com baixo desprendimento de partículas e resistente, proporcionar barreira antimicrobiana efetiva (Teste de Eficiência de Filtração Bacteriológica – BFE), permitir a execução de atividades com conforto e estar disponível em vários tamanhos.
  • O capote ou avental sujo deve ser removido e descartado como resíduo infectante após a realização do procedimento e antes de sair do quarto do paciente ou da área de assistência. Após a remoção do capote deve-se proceder a higiene das mãos para evitar a transmissão dos vírus para o profissional, pacientes e ambiente.

16. GORRO

  • O gorro está indicado para a proteção dos cabelos e cabeça dos profissionais em procedimentos que podem gerar aerossóis.
  • Deve ser de material descartável e removido após o uso.

ANEXO 1 – TÉCNICAS CORRETAS PARA A HIGIENE DAS MÃOS

1. HIGIENE DAS MÃOS COM ÁGUA E SABONETE LÍQUIDO E HIGIENE DAS MÃOS COM PREPARAÇÃO ALCOÓLICA

Demais orientações sobre a assistência à saúde para os casos de COVID-19 podem ser encontradas na NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, que tem como título:

ORIENTAÇÕES PARA SERVIÇOS DE SAÚDE: MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE QUE DEVEM SER ADOTADAS DURANTE A ASSISTÊNCIA AOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE INFECÇÃO PELO NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19).

Disponível no link: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/alertas/item/nota- tecnica-n-04-2020-gvims-ggtes-anvisa

Publicações e materiais sobre higiene das mãos encontram-se disponíveis no sítio eletrônico da Anvisa: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/category/higienizacao-das-maos

Publicações sobre precauções, que podem ser acessadas no link: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/category/ca rtazes 26

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